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Fonte: ComputerWorld

Empresa Cognitiva permite essa mudança e deixa empresas prontas para sustentabilidade dos negócios

Por Thaís Marca*

Quando falamos de Cognitive Enterprise, ou Empresa Cognitiva, nos deparamos com uma questão que é a base para tudo que tange a inevitável transformação: como as empresas estão se preparando para as mudanças que caracterizarão a próxima década que estará totalmente calcada na tecnologia?

À medida que inteligência artificial (IA), automação, internet das coisas (IoT), blockchain e 5G se tornam difundidas, seu impacto combinado irá remodelar as arquiteturas de negócios padrão. A transformação digital “de fora para dentro” da década passada, está dando lugar ao potencial “de dentro para fora”, no que se refere aos dados que devem ser explorados com essas tecnologias exponenciais. Esse modelo de negócios da próxima geração é o que chamamos de Cognitive Enterprise – Empresa Cognitiva.

A maioria das organizações ainda está lutando para definir sua diferenciação estratégica. Elas estão experimentando várias provas de conceito de tecnologia para avaliar o impacto desse processo. Estão lidando com a difícil tarefa de mudar suas aplicações e infraestrutura de legado para algo novo. Mais importante ainda, as organizações estão descobrindo que as maiores barreiras para o progresso são sua própria população e cultura.

Moldar-se e evoluir como uma Empresa Cognitiva requer diferentes mentalidades e habilidades para aproveitar os novos recursos de negócios. São pessoas, dados, processos e plataformas conduzindo um único barco, navegando em uma maré de novos entrantes e competidores cada vez mais empoderados pela tecnologia.

À medida que as organizações tentam navegar neste novo mundo e se transformam em Empresas Cognitivas o conceito de plataforma de negócios será fundamental. Mas de que forma o conceito de plataformas contribui para o avanço das empresas? Com a conectividade do ecossistema, combinando fluxos de trabalho e conhecimento por meio de dados extraídos de plataformas de negócios, de tecnologia e de consumo em massa.

Hoje, 80% dos dados estão dentro das organizações e não fora delas. Analisados, eles ajudam empresas a entender qual é a sua principal vantagem competitiva e, uma vez que se chega nessa conclusão, é possível ajudar, de fato, os clientes a crescerem de forma sustentável.

É possível ver empresas apostando na criação de plataformas de negócios para solidificar a vantagem competitiva e a diferenciação. Outras enxergam a chance de desempenhar um papel de plataforma em seus setores. Algumas companhias estão usando plataformas para expandir seus conhecimentos e competir em mercados adjacentes. A escolha representa uma grande aposta para as empresas. A decisão tem implicações para alocação de capital, fusões e aquisições, estratégia de talentos e a narrativa de valor para os mercados de capital. As organizações e seus modelos operacionais precisarão se realinhar significativamente ao longo das linhas de plataforma para tornarem seus negócios mais inteligentes.

As tecnologias já citadas aqui, IA, automação, IoT, blockchain e 5G, ancoradas em uma infraestrutura de nuvem híbrida segura, é o que vai, exponencialmente, contribuir para a tomada de decisões, que serão cada vez mais assertivas. Dar esse poder às empresas faz parte da essência da Empresa Cognitiva. É uma maneira mais inteligente de fazer negócios e o que, com certeza, vai sustentar as organizações no futuro.

*Thaís Marca é executiva de IBM Services – GBS

 

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